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Caso Pedro Henrique de Queiroz, a Polícia Científica de Goiás faz a reconstituição, sob os olhares da população.

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Durou cerca de três horas a reconstituição da ação policial do dia 7, que resultou na morte de Pedro Henrique de Queiroz. Entre 9 horas e meio-dia, as Ruas C-139 e C-151, no Jardim América, foram fechadas pela Polícia Civil para o trabalho dos peritos (na foto nosso colega Antenor).

As versões do crime narradas pelo motorista do Renault Clio KFB -0572, Marcos César Teixeira de Oliveira, por três testemunhas e por Gevani foram simuladas no local, sob o olhar de curiosos. Khalled Michael Gader, primo de Pedro Henrique, da mesma idade e altura, assumiu o lugar dele no veículo, no banco do passageiro. Antes de entrar no carro, abatido, fez o sinal da cruz. No banco de trás, a mulher do jovem assassinado, Pabline do Valle, 21, parecia não acreditar que revivia os momentos fatídicos daquele domingo. Chorando e, às vezes, com o olhar perdido em uma das esquinas onde esteve com Pedro, a estudante era a imagem da desilusão.

A pedido dos peritos, Gevani – vestindo jeans, camisa azul, boné e tênis – apontou a arma por uma, duas, três vezes em direção ao veículo, tentando retratar o que ocorreu naquela noite. O cabo Marcelo não se negou a simular sua participação no episódio. Do lado de fora do cenário, o semblante do irmão de Pedro Henrique, Roberto Emanuel de Queiroz Filho, resumia o clima tenso e desolador.

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